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Na IV edição do Simpósio Internacional Tendências e Inovações em Tecnologia de Óleos e Gorduras, serão abordados os pontos mais atuais e relevantes a respeito da fritura. O evento acontecerá entre os dias 10 e 11 de setembro de 2009 no Centro de Convenções Business Institute, em Campinas, São Paulo. Clique aqui para ver o folder do evento (formato pdf). |
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O Departamento de Produção Vegetal da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" - ESALQ/USP realizará o III Simpósio de Plantas Oleaginosas e o IV Simpósio da Cultura da Soja nos dias 31 de agosto e de 01 a 03 de setembro de 2009, respectivamente. Os eventos acontecerão no Anfiteatro do Pavilhão de Engenharia, no campus da ESALQ em Piracicaba, São Paulo. O III Simpósio de Plantas Oleaginosas contará com especialistas das principais culturas de plantas oleaginosas do Brasil que abordarão questões relacionadas à realidade e à potencialidade de crescimento de cada agronegócio perante as demandas nacionais e internacionais e é destinado a produtores, consultores, pesquisadores, extensionistas, demais profissionais e estudantes ligados à área de plantas oleaginosas e agroenergia. O IV Simpósio da Cultura da Soja abordará tópicos como: Clique aqui para mais informações sobre os eventos. |
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Realizada no dia 28 de julho de 2009 em Brasília, a teleconferência contou com a participação de audiência nacional e internacional. O video da teleconferência estará disponível para todos os interessados durante os próximos três meses no link abaixo. Após acessar o link, você deverá fazer um pequeno cadastro informando nome completo, e-mail e empresa para acessar o vídeo. Clique aqui para acessar a Teleconferência Internacional do 3º Aniversário da Moratória da Soja. |
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O ITAL Instituto de Tecnologia dos Alimentos divulgou em 15 de setembro que será apresentada no 45th Congress of the European Societies of Toxicology na Grécia a pesquisa coordenada por Mônica Rojo de Camargo que objetiva conhecer o nível de presença de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA) no óleo de soja refinado, compostos que podem ser cancerígenos. Em razão da repercussão da matéria na mídia brasileira e para evitar um entendimento equivocado da questão o ITAL publicou em 19 de setembro a nota de esclarecimentos apresentada a seguir, que destacou entre outras coisas: 1) Esta é a primeira fase da pesquisa. Não foi avaliado o nível de exposição do consumidor e seu eventual risco, considerando o nível de consumo do óleo de soja; 2) Os consumidores não precisam deixar de consumir o produto. Os profissionais envolvidos na pesquisa não deixarão de consumir o óleo de soja, posto que confiam na boa qualidade desses produtos e responsabilidade das empresas; 3) Não há motivos para alarme da população, nem da imprensa. A ABIOVE através da sua Comissão Técnica, composta por profissionais especializados do seu quadro associativo, manteve contato com a pesquisadora do ITAL, avaliou as informações disponíveis e concluiu pela total segurança do óleo de soja refinado, baseada nos seguintes fatos: 1) A divulgação da pesquisa do ITAL foi precipitada 2) Os HPAs são removidos no refino do óleo de
soja 3) Os produtos oleaginosos brasileiros se destacam
mundialmente pela qualidade 4) O óleo refinado de soja é totalmente seguro Fabio Trigueirinho
Nota de esclarecimento - Reportagem "ITAL detecta compostos cancerígenos no óleo de soja" 19/09/2008 - Tendo em vista a repercussão alcançada, a Assessoria de Comunicação do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL-APTA, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento), a Diretoria do Centro de Ciência e Qualidade dos Alimentos (CCQA) e a Diretoria Geral do ITAL gostariam de fazer alguns esclarecimentos. Alguns deles são relativos a aspectos já contemplados na reportagem, que aborda informações reais de resultados legítimos obtidos por um trabalho científico, e outros complementam tais informações. 1 - Essa pesquisa se deve ao fato de que existem poucas informações sobre a presença de HPAs (Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos) nos alimentos e, portanto, pouco se conhece sobre os risco que essa presença representa. A partir de estudos semelhantes é que se espera estabelecer o nível de exposição do consumidor a um produto e qual o risco dessa exposição, determinando a quantidade de HPAs encontrados e avaliando o nível de consumo daquele produto. O trabalho realizado cumpriu o primeiro objetivo com as amostras analisadas de óleo de soja. Os resultados obtidos fazem parte de uma geração de informações sobre o tema que envolve instituições do mundo todo, com vistas em avaliar a real dimensão dos HPAs na alimentação; 2 - A reportagem destacou o óleo de soja por ter sido o primeiro produto analisado com este objetivo no ITAL. Estudos posteriores serão feitos com outros alimentos; 3 - Os consumidores não precisam deixar de consumir o produto com base no resultado obtido na pesquisa; os profissionais envolvidos no trabalho, que utilizam o óleo de soja em sua alimentação declararam que não deixaram nem deixarão de fazê-lo, confiando na boa qualidade desses produtos e na responsabilidade das empresas do setor; 4 - As empresas que produzem óleo de soja no Brasil são, em geral, bastante responsáveis e seus produtos passam por rigoroso controle de qualidade antes de sua comercialização. Os resultados dos estudos científicos, como os que serviram de base para essa reportagem, devem ser utilizados como informações por essas empresas e para que elas aprimorem ainda mais um produto que já é de boa qualidade; 5 - Esclarecemos, por fim, que não há motivos para alarme da população nem da imprensa. Estamos à disposição para auxiliar na difusão de informações adicionais, precisas e baseadas em dados científicos. Comunicado extraído do site do ITAL - http://www.ital.sp.gov.br/ |
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Uma missão formada por representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag) e da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) apresentou a deputados europeus, em Bruxelas, as ações de sustentabilidade ambiental adotadas pelo agronegócio brasileiro, particulamente nas áreas de soja e etanol. O grupo esteve também em Berlim, Amsterdã, Roterdã, Haia e Arhnen. "Mostramos que assumimos nossas responsabilidades e estamos corrigindo falhas", afirmou Carlo Lovatelli, que acumula as presidências da Abag e da Abiove. Clique aqui para ver a apresentação (arquivo pdf - 1,8 Mb) |
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A ABIOVE - Associação Brasileira das Indústrias de óleos Vegetais apoiou e participou do seminário dos dois anos do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo que aconteceu no dia 17 de maio, em São Paulo, realizado pelo Instituto Ethos, OIT Brasil e Repórter Brasil. |
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| por Evaristo Eduardo de Miranda (*) | ||
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Há 8 mil anos, o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais. Hoje, o País detém 28,3%. Dos 64 milhões de km2 de florestas existentes antes da expansão demográfica e tecnológica dos humanos, restam menos de 15,5 milhões, cerca de 24%. Mais de 75% das florestas primárias já desapareceram. Com exceção de parte das Américas, todos os continentes desmataram, e muito, segundo estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite sobre a evolução das florestas mundiais. A Europa, sem a Rússia, detinha mais de 7% das florestas do planeta e hoje tem apenas 0,1%. A África possuía quase 11% e agora tem 3,4%. A Ásia já deteve quase um quarto das florestas mundiais, 23,6%, agora possui 5,5% e segue desmatando. No sentido inverso, a América do Sul, que detinha 18,2% das florestas, agora detém 41,4%, e o grande responsável por esses remanescentes, cuja representatividade cresce ano a ano, é o Brasil. Se o desflorestamento mundial prosseguir no ritmo atual, o Brasil - por ser um dos que menos desmatou - deverá deter, em breve, quase metade das florestas primárias do planeta. O paradoxo é que, ao invés de ser reconhecido pelo seu histórico de manutenção da cobertura florestal, o País é severamente criticado pelos campeões do desmatamento e alijado da própria memória. Na maioria dos países, a defesa da natureza é fenômeno recente. No Brasil, vem de longa data. Desde o século 16, as Ordenações Manuelinas e Filipinas estabeleceram regras e limites para exploração de terras, águas e vegetação. Havia listas de árvores reais, protegidas por lei, o que deu origem à expressão "madeira de lei". O Regimento do Pau Brasil, de 1605, estabeleceu o direito de uso sobre as árvores, e não sobre as terras. As áreas consideradas reservas florestais da Coroa não podiam ser destinadas à agricultura. Essa legislação garantiu a manutenção e a exploração sustentável das florestas de pau-brasil até 1875, quando entrou no mercado a anilina. Ao contrário do que muitos pensam e propagam, a exploração racional do pau-brasil manteve boa parte da mata atlântica até o final do século 19 e não foi a causa do seu desmatamento, fato bem posterior. Em 1760, um alvará real de dom José I protegeu os manguezais. Em 1797, uma série de cartas régias consolidou as leis ambientais: pertencia à Coroa toda mata à borda da costa, de rio que desembocasse no mar ou que permitisse a passagem de jangadas transportadoras de madeiras. A criação dos Juízes Conservadores, aos quais coube aplicar as penas previstas na lei, foi outro marco em favor das florestas. As penas eram de multa, prisão, degredo e até pena capital para incêndios dolosos. Também surgiu o Regimento de Cortes de Madeiras, com regras rigorosas para a derrubada de árvores, além de outras restrições à implantação de roçados. Em junho de 1808, dom João VI criou a primeira unidade de conservação, o Real Horto Botânico do Rio de Janeiro, com mais de 2.500 hectares, hoje republicanamente reduzido a 137 hectares. Uma ordem, de 9 de abril de 1809, deu liberdade aos escravos que denunciassem contrabandistas de pau-brasil e decreto de 3 de agosto de 1817 proibiu o corte de árvores nas áreas das nascentes do Rio Carioca. Em 1830, o total de áreas desmatadas no Brasil era inferior a 30 mil km2. Hoje se corta mais do que isso a cada dois anos. Em 1844, o ministro Almeida Torres propôs desapropriações e plantios de árvores para salvar os mananciais do Rio de Janeiro. Em 1861, pelo Decreto Imperial 577, de dom Pedro II, foi criada (e plantada) a Floresta da Tijuca. A política florestal da Coroa portuguesa e brasileira logrou, por diversos mecanismos, manter a cobertura vegetal preservada até o final do século 19. O desmatamento brasileiro é fenômeno do século 20. Em São Paulo, Santa Catarina e Paraná, a marcha para o oeste trouxe grandes desmatamentos. As florestas de araucárias foram entregues pela Ré-pública aos construtores anglo-americanos de ferrovias, juntamente com as terras adjacentes. Na Amazônia, a maior ocupação ocorreu na segunda metade do século 20 com migrações, construção de hidrelétricas, estradas e outras infra-estruturas. Há 30 anos, o desmatamento anual varia de 15 mil a 20 mil km2, com picos de 29 mil e 26 mil km2 em 1995 e 2003. Nos últimos dois anos, passou a 11 mil km2, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Apesar de generalizações equivocadas, o desmatamento brasileiro não produziu desertos. Como na Europa, as florestas cederam lugar à agricultura moderna e competitiva, à pecuária, às florestas plantadas (seringa, café, eucalipto, laranja, teca...) e às cidades. O Brasil é um líder agrícola mundial. O estudo da Embrapa indica que, apesar do desmatamento dos últimos 30 anos, o Brasil é um dos países que mais mantêm sua cobertura florestal. Dos 100% de suas florestas originais, a África mantém hoje 7,8%, a Ásia 5,6%, a América Central 9,7% e a Europa - o pior caso do mundo - apenas 0,3%. Embora se deva mencionar o esforço de reflorestar para uso turístico e comercial, não é possível ignorar que 99,7% das florestas primárias européias foram substituídas por cidades, cultivos e plantações comerciais. Com invejáveis 69,4% de suas florestas primitivas, o Brasil tem grande autoridade para tratar desse tema ante as críticas dos campeões do desmatamento mundial, como tem proclamado o ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes. Há que ter também responsabilidade para reavivar, por meio de políticas e práticas duradouras, a eficácia das medidas históricas de gestão e exploração que garantiram a manutenção das florestas primárias brasileiras. |
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| (*) Evaristo Eduardo de Miranda, doutor
em Ecologia, é chefe geral da Embrapa Monitoramento por Satélite E-mail: mir@cnpm.embrapa.br Artigo publicado no jornal Estado de S.Paulo, em 17/01/2007 |
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Os resultados do segundo levantamento acerca do estado das artes do plantio direto no Brasil foram divulgados pelo presidente da Agrisus, Fernando Penteado Cardoso, durante o X Encontro Nacional do Plantio Direto. Para ler a íntegra da palestra apresentada durante o evento visite: http://www.agrisus.org.br/noticias.asp?cod=157 |
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