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Tolerância "Zero" com o Trabalho Análogo
ao Escravo
A ABIOVE é signatária do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho
Escravo - Instituto Ethos, Organização Internacional do Trabalho
(OIT), Repórter Brasil.
A produção de soja se caracteriza pelo uso de tecnologia avançada,
que demanda mão de obra altamente qualificada. Segundo o pesquisador
da Embrapa, Dr. Otávio Valentim Balsadi, dados da Pesquisa Nacional
por Amostra de Domicílios (PNAD), indicam que a cultura da soja
é a atividade com o melhor nível educacional dos trabalhadores.
Não obstante terem sido identificados em um universo de mais de
243 mil produtores, apenas 4 produtores dedicados exclusivamente
ao cultivo de soja acusados de praticarem condições de trabalho
análogo ao escravo em suas propriedades, a cadeia de produção da
soja adotou uma política de "Tolerância Zero" com o "Trabalho Escravo".
As empresas do setor incluíram em seus contratos de compra de soja
uma cláusula de rompimento dos mesmos, caso haja constatação de
trabalho análogo ao escravo.
O setor participa ativamente da Mesa Redonda da Soja Responsável
(RTRS) que exigirá o cumprimento das convenções da OIT, e incluiu
orientação específica na cartilha sobre boas práticas no agronegócio
soja, com o objetivo de incentivar a erradicação desta prática em
nosso país. Além disso, a Moratória da Soja ao inibir o desmatamento,
contribui para reduzir o uso de trabalho análogo ao escravo, geralmente
associado à abertura de novas áreas de florestas.
O Brasil proporciona total transparência e o Ministério do Trabalho
publica regularmente uma lista dos casos ocorridos nos últimos 2
anos.
Utilize os links abaixo para mais informações.
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